29.5.12








São Paulo me bate no estômago. Aliás, toda cidade eu percebo com a boca do estômago. É incrível, basta eu chegar a São Paulo que logo fico indisposto. Começo a me contorcer nauseado quando vejo as tonalidades de cinza, ocre e um verde pálido e espesso que encontro entre rasgos de calçadas e longas paredes infiltradas de prédios esfacelados. Fico realmente mal quando chego a essa cidade. Mas essa sensação é algo que perdura em uma infinita primeira hora de não-constantes primeiros contatos. Depois passa.