Eu me afogo em ruídos para evirtar o silêncio.Submerjo em acasos para fugir do enfrentamento dessa coisa que me olha na cara, que me vira do avesso. Meu avesso avessa. Amarga o que é doce. Espolia o que tem direito. Me esbaldo em brancura para cegar essa ausência que só sabe estar, como num devir intenso que distrai a certeza e inventa o que já é real. Uma verdade imaginada - uma mentira moral.